Arquivo da categoria: Agricultura

Opções de armazenamento de estrume

A capacidade de armazenar estrume reduz ou elimina a necessidade de espalhar estrume diariamente. As instalações de armazenamento de esterco permitem que pequenas fazendas armazenem o esterco até que ele possa ser removido e utilizado posteriormente.

Por que o manejo do esterco é importante.

Pequenas fazendas são diferentes das grandes, os desafios de gerenciar nutrientes de esterco são diferentes, mas os princípios são os mesmos. Pequenas fazendas podem ter menos animais e, às vezes, várias espécies animais na mesma fazenda. Essas fazendas também podem ter áreas limitadas e possivelmente não ter o equipamento necessário para espalhar esterco. A Extensão da Michigan State University reconhece os impactos positivos e negativos do esterco. O esterco é um recurso valioso na fazenda, pois é uma ótima fonte de nutrientes para a produção agrícola e pode ajudar a melhorar a saúde do solo. A maioria dos proprietários de fazendas não percebe o valor do esterco produzido em suas fazendas. Quando não é bem gerenciado, o esterco pode poluir o meio ambiente. Isso inclui poluição de águas subterrâneas ou superficiais devido ao nitrogênio (N), fósforo (P) e carbono (matéria orgânica). O esterco mal gerenciado pode contribuir para preocupações com a qualidade do ar (poeira e odor), patógenos nos suprimentos de água e presença de pragas.

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Alimentos dourados rico em Vitamina A são importantes para a saúde

Quando as pessoas, principalmente as crianças e mulheres grávidas, não ingerem a quantidade suficiente de vitamina A encontrada nos alimentos dourados podem ser acometidas de vários problemas de saúde especialmente aqueles associados ao crescimento, reprodução, sistema imunológico e podendo até levar à cegueira permanente. A deficiência desta vitamina é um problema crescente em algumas partes do mundo, notadamente na África e Sudeste da Ásia, onde não há quantidade suficiente de alimentos ricos em carotenoides – pigmentos vermelhos / laranja que são a principal fonte alimentar de vitamina A. As pessoas mais atingidas são aquelas de famílias mais pobres com acesso difícil a uma alimentação equilibrada.

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Especialistas orientam como controlar planta daninha que afeta lavouras.

A vassourinha-de-botão (Borreria spinosa) é uma planta daninha que vem se tornando um problema nas lavouras de Mato Grosso e da região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Suas características biológicas dificultam seu controle, o que contribui para a rápida infestação. Uma pesquisa desenvolvida por pesquisadoras da Embrapa Agrossilvipastoril (MT), Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) trouxe recomendações para o manejo da espécie em sistemas produtivos de soja e milho.

plantas invasoras
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COMO IDENTIFICAR A DEFICIÊNCIA DE NUTRIENTES NAS PLANTAS CULTIVADAS

O sintoma de deficiência nutricional ocorre quando as plantas sofrem de uma insuficiência de nutrientes e expressam características anormais visíveis específicas de deficiências nutricionais.

O tipo e a quantidade de fertilizantes são recomendados com base em informações técnicas adicionais do sistema agrícola como análise química de nutrientes de amostras do solo: pH do solo; teor de matéria orgânica; estado da umidade do solo e análise foliar realizadas em laboratórios, além do histórico do uso de fertilizantes.

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Vantagens da Irrigação por gotejamento para aumentar a produtividade das culturas

A irrigação por gotejamento é um dos sistemas mais eficientes no uso da água e, aliada à fertirrigação, é uma boa alternativa para aumentar a produtividade das culturas. Com o uso desse sistema, são trazidos benefícios como irrigação uniforme, menor incidência de plantas daninhas, menor custo de mão de obra, menor impacto ao meio ambiente e uso eficiente de insumos como fertilizantes, defensivos agrícolas, entre outros.

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CUIDADOS COM MASTITE EM CAPRINOS E OVINOS

A mastite é uma importante doença de ovinos e caprinos, pois diminui a quantidade e a qualidade do leite produzido pelo animal leiteiro e reduz o ganho de peso de cordeiros e cabritos de corte. Também pode afetar o bem-estar animal. A mastite em ovinos e caprinos é importante porque pode reduzir a produtividade dos animais e a rentabilidade da fazenda.

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Brasil desenvolve cultivares de algodão com fibra longa e resistência a doenças

Duas novas cultivares de algodão com tecnologias genéticas avançadas acabam de ser disponibilizadas aos produtores brasileiros. Desenvolvidas pela Embrapa, em parceria com a Lyntera, as variedades BRS 700FL B3RF e BRS 800 B3RF prometem atender demandas distintas do mercado: uma com fibra de alta qualidade voltada ao segmento de roupas premium e outra com forte resistência a doenças que desafiam a sustentabilidade da cotonicultura no País.

A primeira, BRS 700FL B3RF, é indicada para quem busca agregar valor com uma fibra longa a extralonga, de espessura fina e resistência elevada. Seu desempenho se aproxima do algodão importado dos tipos egípcio e pima, tradicionalmente utilizados para a produção de tecidos finos e de alto valor agregado. Já a BRS 800 B3RF tem foco em sanidade e produtividade, sendo indicada para regiões onde a presença de doenças como a ramulária e pragas como o nematoide de galhas comprometem a viabilidade do cultivo.

Ambas as cultivares são transgênicas e possuem a tecnologia Bollgard 3 RRFlex, que protege contra as principais lagartas do algodoeiro e permite o uso de herbicida glifosato. Segundo os pesquisadores responsáveis, essas características reduzem o número de aplicações de defensivos e os custos operacionais, além de contribuir para práticas mais sustentáveis.

Fibra de excelência para mercados exigentes

A cultivar BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na qualidade da fibra, alcançando comprimento médio de 33,5 milímetros e chegando a ultrapassar os 34 milímetros em mais da metade dos locais onde foi testada. O pesquisador Camilo Morello, coordenador do Programa de Melhoramento Genético do Algodoeiro na Embrapa Algodão (PB), afirma que esse desempenho é inédito no País. “Essa cultivar visa suprir uma demanda por fibras de alta qualidade, com maior valor agregado, já que o Brasil importa fibras de classificação extralonga, de algodoeiros dos tipos egípcio ou pima. Com a BRS 700FL B3RF, chegamos a uma qualidade de fibra bastante próxima, porém em algodoeiro herbáceo (Upland), preservando produtividade e sanidade”, declara Morello.

Além do comprimento, a fibra apresenta resistência de 32,8 gf/tex e micronaire de 3,7, o que garante boas condições para fiação e acabamento. A produtividade média da cultivar é de 4.524 quilos por hectare, com rendimento de fibra de 38%, porte alto e ciclo longo. Esses números representam um avanço em relação à primeira cultivar transgênica de fibra longa lançada pela Embrapa, a BRS 433FL B2RF, cuja fibra alcançava em torno de 32,5 milímetros.

algodão fibra longa

A BRS 700FL B3RF é recomendada para cultivos nos biomasalgodón Cerrado e Caatinga, com destaque para os estados da Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Paraíba e Ceará.

Redução de perdas e economia com defensivos

A outra cultivar lançada, a BRS 800 B3RF, se destaca pela resistência a múltiplas doenças, incluindo a mancha de ramulária, a doença azul e a bacteriose (mancha angular). Além disso, apresenta resistência ao nematoide de galhas (Meloidogyne incognita), uma das pragas mais problemáticas do algodão, capaz de inviabilizar lavouras inteiras.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Nelson Suassuna, a ramulária é a doença que exige o maior número de aplicações de fungicidas no Brasil, até oito durante o ciclo em variedades suscetíveis.

Ele conta que outro importante problema dos sistemas de produção com o algodoeiro é o nematoide de galhas, que causa drástica redução na produção das lavouras, muitas vezes inviabilizando a produção. “A nova cultivar oferece ao produtor uma forma de reduzir esses custos e ainda manter a produção em áreas afetadas, como no Mato Grosso e na Bahia, onde o nematoide está presente em cerca de 25% e 37% das áreas, respectivamente”, destaca Suassuna.

Com ciclo precoce, a BRS 800 B3RF é ideal para a segunda safra – prática comum no Mato Grosso – e para cultivos tardios sob pivô, como ocorre na Bahia. A produtividade média alcança 5 mil quilos por hectare, com rendimento de fibra de 42% e comprimento de 29,5 milímetros.

algodão

A cultivar é indicada para cultivos em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Tecnologia genética e adaptação regional

Ambas as cultivares utilizam a tecnologia Bollgard 3 RRFlex, da Bayer, amplamente adotada por oferecer proteção contra as principais lagartas do algodão, como a Heliothis e a Spodoptera. Essa tecnologia transgênica também confere tolerância ao herbicida glifosato, facilitando o manejo de plantas daninhas.

Outro ponto forte é a adaptação regional das cultivares. A BRS 700FL B3RF, com ciclo mais longo e exigência alta de regulador de crescimento, é indicada para áreas de maior controle técnico e ambiental. Já a BRS 800 B3RF, de ciclo curto e menor exigência de manejo, se adapta bem às áreas de segunda safra, ampliando as opções para os produtores em diferentes estados e climas.

Mercado de algodão em transformação

A disponibilização dessas cultivares ocorre em um momento estratégico. O Brasil é um dos maiores exportadores de algodão do mundo, mas ainda importa fibras especiais para atender indústrias têxteis voltadas ao segmento de luxo. Com a BRS 700FL B3RF, há a expectativa de que parte dessa demanda possa ser suprida internamente, agregando valor ao produto nacional e reduzindo a dependência de importações.

Ao mesmo tempo, a BRS 800 B3RF representa um reforço importante para a sustentabilidade da cadeia produtiva, especialmente em regiões onde doenças e pragas vinham comprometendo a rentabilidade das lavouras. As novas cultivares estarão disponíveis aos produtores por meio da Lyntera, empresa licenciada para a multiplicação e comercialização das sementes.

Ver também: Lagarta rosada do algodão é erradicada nos Estados Unidos.

Referência:

Brasil desenvolve cultivares de algodão com fibra longa e resistência a doenças – Portal Embrapa

 

Estratégia para um manejo eficaz de cochonilhas

As cochonilhas são uma praga de insetos comum, causando danos às plantas e reduzindo a produtividade. As cochonilhas extraem fluidos vegetais através de suas peças bucais perfurantes, levando a um crescimento atrofiado, folhas amareladas, murcha e produção de melada pegajosa. As cochonilhas podem ser introduzidas por meio de materiais vegetais foliares e suculentos. Uma combinação de estratégias de manejo cultural precisa ser implementada para gerenciar as populações de cochonilhas.

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Novo sorgo granífero supera 6 toneladas por hectare

A nova cultivar do sorgo granífero se destaca por sua precocidade e estabilidade para o plantio na segunda safra, o que garante mais segurança ao produtor.

A Embrapa Milho e Sorgo (MG) e a empresa Latina Seeds lançam no mercado o híbrido de sorgo granífero BRS 3002, sob o nome comercial de LAS3004G. Essa nova cultivar se destaca por sua precocidade e estabilidade de produção em plantios na segunda safra, o que proporciona mais segurança ao produtor. Além disso, apresenta potencial de produtividade maior do que seis toneladas por hectare, superior à média nacional de produção por hectare.

O novo sorgo é indicado para as regiões já consolidadas no cultivo dessa cultura, como Centro Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí) e Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo).

“Além do nível de rendimento, que garante a sua competitividade no mercado, o BRS 3002 (LAS3004G), apresenta boa sanidade em relação às doenças antracnose, helmiltosporiose e cercosporiose”, pontua o pesquisador Cícero Menezes. O uso de cultivares mais resistentes é o meio mais eficiente de controle de doenças, uma vez que alia vantagens, por ser econômico e seletivo e não deixar resíduos nocivos ao ambiente e ao produto. Dessa forma contribui para a sustentabilidade da produção.Menezes ressalta ainda a altura média da planta, que é de 130 centímetros, e a coloração vermelha dos grãos.

Produção comercial

A Embrapa e a Latina Seeds já são parceiras em várias frentes de atuação voltadas ao desenvolvimento de novos produtos para o mercado agrícola. O lançamento da nova cultivar de sorgo é mais um resultado nesse sentido. De acordo com o sócio-proprietário da Latina Seeds, Willian Sawa, “o híbrido de sorgo granífero visa atender a um mercado que busca estabilidade e segurança em sua produção. O sorgo por si só já é valente frente às adversidades de clima e pragas, mas esse híbrido, em especial, tem características que o produtor procura no que se refere à precocidade e à estabilidade produtiva”, enfatiza.

Sawa afirma que, tradicionalmente, os sorgos graníferos vêm sendo utilizados pela indústria de ração, mas com essa nova cultivar, uma nova frente se abre com a utilização do grão de sorgo para a produção de etanol e DDG (Dried Distillers Grains) e WDG (Wet Distillers Grains), que são coprodutos da produção desse biocombustível, obtidos a partir da fermentação de grãos. “Esse novo nicho ganha força em regiões onde o milho tem uma janela limitada de plantio, como nos estados de Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Tocantins, Bahia, Alagoas e Sergipe. Considerando a precocidade e a estabilidade da BRS 3002 (LAS3004G), a expectativa é que tenha boa aceitabilidade”, complementa.

Sawa informa ainda que foram estabelecidas áreas pré-comerciais desse híbrido do Rio Grande do Sul ao Maranhão e de Rondônia ao Alagoas, e os resultados comprovam sua ampla adaptabilidade e estabilidade.

“A BRS3002 (LAS3004G) será comercializada em embalagens de 500 mil sementes. A recomendação por hectare é de 200 a 220 mil sementes, dependendo da região, época e investimento, ou seja, com uma saca será possível plantar de 2,27 a 2,5 hectares”, explica Sawa. As sementes chegarão ao setor produtivo após receberem um Tratamento de Sementes Industrial (TSI), um processo que as protege antes do plantio, incluindo o antídoto para aplicação do herbicida S-Metalacloro. “Isso significa que estaremos oferecendo ao mercado materiais com genética de alto potencial, associada às melhores tecnologias disponíveis no mercado”, diz.

O produtor e parceiro da Latina Seeds Darlan Niedermeyer, sediado em Palotina no Paraná, e que além de produtor nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, também atua como consultor na região, relata suas experiências com o BRS3002 (LAS3004G) nessas últimas safras.

“O que eu mais gostei na cultivar é a precocidade e a estabilidade. É um material de ciclo precoce para a nossa região, com 120 dias para o ponto de colheita. Conseguimos colher uma área plantada, com esse tempo. Vimos que ele não apresentou manchas e aguentou bem a seca no Oeste do Paraná e no Sul do Mato Grosso do Sul. O híbrido se comportou bem nas primeiras áreas vizinhas, possibilitando uma colheita de 100 sacas por hectare. Isso mostra que tem potencial e adaptabilidade para as áreas diversas. Quanto à sanidade, aparentemente, parece bem robusta”, relata Niedermeyer.

O consultor Paulo Ferreira, de Naviraí (MS), ficou admirado com a recuperação desse sorgo após passar por um período de estresse abiótico. “É um material que mesmo em situações extremas entrega seu potencial produtivo e adapta-se muito ao clima e ao tipo de solo que temos. Passamos por um calor intenso e o material está bonito e verde. Mesmo com a estiagem entregou acima de 50 sacos por hectare”, diz Ferreira.

Onde encontrar o novo sorgo granífero.

A nova cultivar de sorgo BRS 3002 (LAS3004G) pode ser adquirida na Latina Seeds, por WhatsApp (34) 99189 0001 ou no site.

Ver também: Como identificar a deficiência de nutrientes nas plantas.

Referências:

Novo sorgo granífero supera 6 toneladas por hectare e chega ao mercado com alta produtividade – Portal Embrapa

 

Bioinseticida apresenta eficácia no controle da lagarta-do-cartucho

A lagarta-do-cartucho é uma das piores pragas agrícolas e atinge mais de 200 culturas de importância socioeconômica. O novo inseticida biológico Virumix mostrou mais de 85% de eficácia no controle da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) em testes realizados no campo, em municípios do estado de Mato Grosso. Essa é uma das piores pragas agrícolas do Brasil porque ataca cerca de 200 diferentes culturas de importância socioeconômica, como milho, algodão, soja e arroz, entre outras. Além de ser indicado para todos os cultivos atingidos por essa praga, o produto agrega sustentabilidade aos resultados, uma vez que é produzido à base de um vírus entomopatogênico (específico contra o inseto e inofensivo a plantas, animais e seres humanos) chamado de Spodoptera multiple nucleopolyhedrovirus (SfMNPV).

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